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Ambiente Futura Trends

A Apple antissocial, o Iceberg do Titanic chamado “E-business” e a Geração Z com “Z” de burra.

Eventos 21 de novembro de 2013 0 comentários
Eventos
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O Futura Trends Pocket marcou a noite dessa terça-feira na capital cearense.

Estavam presentes vários empreendedores e membros de empresas, que assistiram a um evento de qualidade e principalmente super informativo. A noite foi aberta as 18:30 com as palavras do Sr. Nazareno da Nazacomm Comunicação & Marketing, apoiadora do evento. Seguido pelo painel “Negócios na Internet” com a participação de Rafael Galdino, Diego Monteiro e Bosco Couto, além da apresentação de Arenusa Goulart, do programada Conectado da TV O POVO.

Painel de Abertura

Presença da Apple no Facebook

Com o tema central “Marketing Eletrônico”, Diego Monteiro, co-fundador do Scup, foi o primeiro a falar focado nas redes sociais. Sua primeira pergunta ao público foi “Porque a Apple faz tanto sucesso sem uma presença massiva nas redes sociais?” e mostrou que a empresa com a marca mais valiosa do mundo, não tem sequer uma “fan page” na maior rede social do mundo, figurando apenas como interesse no Facebook.

A resposta encontrada para essa pergunta é que os produtos com a maçã atrás são de uma qualidade tão grande que se vendem e geram marketing social sem esforço algum.

Antigamente pensávamos em 70% de publicidade e 30% na qualidade do produto. Hoje isso está ao contrário.  – Diego Monteiro

Nesse pensamento, Diego ressaltou a necessidade cada vez mais crescente das empresas investirem na qualidade do seu produto antes do marketing virtual e o utilizar também para o monitoramento da opinião do cliente. O SAC 2.0. seria então o uso das redes sociais como canal de monitoramento e comunicação com o cliente.

No segundo momento do painel, Rafael Galdino (do Quartel Digital) focou suas palavras numa só: “capacitação”. Seu principal conselho foi que o estudo das técnicas aliado à prática delas seria a melhor forma de se preparar profissionalmente para o mercado. Falou também sobre o “Marketing de Branding” e o “Marketing de Resposta Direta”, sendo o primeiro mais conhecido e largamente empregado no qual o foco é “criar nome para a marca”. Já o segundo, fala da conversão para a venda em 2 passos: atrair o possível cliente e depois disso qualificá-lo para a compra.

Rafael utilizou uma figura de um iceberg para mostrar que 99,9% das empresas focam seus esforços na ponta do gelo, que está emersa: a lead quente, deixando as leads mais frias, que tem menos possibilidade de conversão, afundarem. Sua apresentação, então, baseou-se em evangelizar os empreendedores a investirem na lead fria, através do marketing de resposta direta.

Um emprego do marketing de resposta direta seria uma empresa gerar conteúdo útil ( “Como comprar sua casa com o FGTS?” ) e disponibilizá-lo gratuitamente (atração) para então depois da criação de um sentimento de fidelidade e confiança, efetuar a conversão do usuário em cliente. Outro exemplo seria fornecer um e-book didático sem cobrar nada, sendo necessário apenas inserir seu e-mail e cidade. Desse modo você teria um “mapa dos potenciais clientes” além de uma forma de contato.

Não menos importante, porém bem menos eufemista, Bosco Cout, da Being, foi o último a apresentar, apostando no tema Tendências. Segundo ele são necessários 3 passos para um estudo de marketing e tendências:

  1. Contextualização
  2. Filtragem
  3. Previsão

Dentro outros conselhos preciosos tivemos dois que achei mais importantes:

O que não vivemos na vida real, vivemos no virtual.

Marketing é pessoa.

Mas a declaração que ainda está ecoando nos ouvidos de boa parte dos presentes e nas conversas de almoço das agências que participaram foi:

A geração atual é burra!  – Bosco Couto

E apesar de fazer parte dessa geração atual, esse que vos escreve, concorda plenamente com nosso palestrante. Resumindo a explicação de Bosco e o bate-papo de encerramento do quadro: “as pessoas focam no técnico e na quantidade de conhecimento apenas para executar suas tarefas. Tornando-se profissionais medíocres e pulando de emprego para emprego por 100 reais a mais de salário, sem falar que o mercado tem tanta vaga que esse profissional acha um lugar para ficar. A pessoa fez 90 horas de curso, mas se chamar para fazer algo não sabe: tem que fuçar! “

 

Galeria de Fotos

Ah! Está faltando a atração principal, certo? Esperava escrever um artigo sobre ele, mas acabei perdendo o timming e estou cheio de coisas para fazer… infelizmente acho difícil que faça um post sobre a parte do Fábio. Sorry o/ :(

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